Oh, meu amor, volte.
(via feel-ok)

Eu quero sentir o seu perfume na minha roupa depois que eu te abraçar. Eu quero assistir filmes de terror e apertar a tua mão quando estiver com medo. Eu quero assistir filmes de romance, mesmo que você fique entediado e acabe dormindo em meu colo. O que eu vou amar. Eu quero dormir de conchinha com você. Eu quero passear por aí com você. Eu quero assistir os jogos da seleção da brasileira com você e xingar a mãe do juiz. Eu quero teus dedos entrelaçados nos meus. Quero o teu calor no rigoroso inverno. Quero o sorriso mais lindo do mundo só pra mim, o seu. Eu quero ser a sua namorada, mas não quero isso apenas, é pouco, quero ser sua melhor amiga também. Quero vestir tua camisa, e usar como pijama. Quero o teu aconchego, o teu colo, teu carinho,teus beijinhos. Quero ter o privilégio de pelo menos uma noite adormecer em teus braços. Quero te fazer cafuné, te deixar manhoso, te mimar. Quero cuidar de você. Quero te chamar de meu, meu pequeno, meu amor. Eu quero fazer sua comida preferida no domingo. Quero rir das suas piadas sem graça. Quero ver você implicando com meu cabelo e com o meu vocabulário sujo, reclamando da minha teimosia, rindo do meu jeito desastrado. Quero te ouvir sussurrando no meu ouvido que me ama. Quero beijar teus lábios e morder teu pescoço. Quero aquelas brigas rotineiras de casais, seguidas de um pedido de desculpas. Quero um romance, nada clichê ou curto com um romance de verão. Quero jogar conversa fora por horas, desenhar nas nuvens, contar estrelas, ver o por-do-sol, mas eu quero isso com você, porque sem você nada teria graça. Assim como praia sem mar e bolo sem recheio. Eu quero te ter aqui. Comigo. Para sempre. Como se nada tivesse um fim. (anonymousscriptor)
(via diario-de-um-amor-eterno)

Uma coisa que eu odeio: Falar que meus sentimentos são falsos, sem ao menos saber o que se passe dentro do meu coração.
(via eu-amo-amar-voce)

“Não eram um casal perfeito, daqueles de cinema. Brigavam muito, ficavam um tempo sem se falar e nesse intervalo ainda rolava uma guerra de indiretas, cada um querendo ser o dono da verdade. Mas no fundo eles sabiam que tudo era joguinho bobo de orgulho, e que por trás das caras fechadas e bicos não se aguentavam de saudade. Tudo bem se eles passavam uma imagem de cão e gato, mas uma coisa é certa… Eles se amavam mais do que qualquer coisa.”
Caio Fernando Abreu
(ApenasMaisUmSonhoBom)